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Construtora prevê queda no ritmo de vendas

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O diretor comercial da Rossi Residencial, Leonardo Diniz, afirmou hoje que a tendência é de queda na velocidade de vendas dos lançamentos dos produtos de valores mais altos, principalmente na faixa de R$ 350 mil a R$ 900 mil. “O público para esses imóveis é mais esclarecido e não tem urgência para comprar um imóvel, tendendo mais a postergar a decisão de compra”, disse Diniz. O executivo acrescentou que esses consumidores já possuem imóvel. 

Mas, segundo ele, houve produtos lançados
em São Paulo e no Rio de Janeiro com valor por unidade dentro dessa faixa que apresentaram, recentemente, bom desempenho de vendas. Segundo o executivo, em geral, a velocidade de vendas dos lançamentos vai cair um pouco, mas não deve ficar abaixo da registrada em outubro, quando o indicador foi de 23%. “O mercado está mais seletivo”, afirmou o diretor comercial. Em setembro, a Rossi vendeu 15% do que foi lançado. No terceiro trimestre, a velocidade de vendas foi de 44%. 

A Rossi Residencial teve lucro líquido de R$ 41,603 milhões no terceiro trimestre de 2008, uma alta de 71,8% sobre o lucro de R$ 24,212 milhões no mesmo período do ano passado. A receita líquida de julho a setembro somou R$ 340,724 milhões, um crescimento de 89,5% na comparação anual. O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda) da empresa nos três meses até setembro ficou em R$ 57,630 milhões, contra R$ 26,783 milhões no terceiro trimestre de 2007. A margem Ebitda subiu dois pontos porcentuais, para 16,9%. No acumulado de janeiro a setembro, a Rossi registrou lucro líquido de R$ 112,725 milhões, ante R$ 88,133 milhões em igual intervalo do ano anterior. 

Segmento econômico 

Diniz afirmou que grande parte do desempenho das vendas contratadas da companhia no terceiro trimestre deveu-se aos lançamentos para o segmento econômico. No trimestre, os lançamentos para o segmento econômico responderam por R$ 257 milhões do total de R$ 720 milhões do Valor Global de Vendas (VGV) dos lançamentos, ou seja, a 35,7%. Um ano antes, essa participação era de 13%. Já as vendas para o econômico somaram R$ 202 milhões no terceiro trimestre ou 28,7% do total de R$ 702 milhões. 

No acumulado de janeiro a setembro, o segmento econômico respondeu por 28,5% dos lançamentos totais de R$ 1,828 bilhão. O VGV para o segmento econômico somou R$ 521 milhões nos nove meses, com 13 projetos e 2,208 mil unidades. No quarto trimestre, serão lançados entre dez e 12 projetos para o segmento econômico, com o montante entre R$ 200 milhões e R$ 250 milhões. O econômico responderá pela maior parte do VGV lançado. 

No ano, a companhia deve atingir 32% dos lançamentos no econômico, próximo à meta de 30% para o segmento. Em 2009, até 50% do total deverá ser lançado no econômico. Segundo Diniz, o segmento sente menos os reflexos da crise do que os padrões mais elevados. “O cenário é mais desafiador para o econômico também, mas não será pior que em setembro e outubro”, disse. 

No terceiro trimestre, a participação do segmento econômico no banco de terrenos total da Rossi era de 44%, ante 33% no segundo trimestre. Os lançamentos potenciais para o segmento respondiam por R$ 8,520 bilhões do total de R$ 19,429 bilhões. Já todos os segmentos abrangidos pelos financiamentos do Sistema de Financiamento da Habitação (SFH), ou seja, com unidades até R$ 350 mil, corresponderam a 66% do banco de terrenos. 

Fonte: AE - 10 de novembro de 2008

Financiamento de casas com recurso da poupança sobe 72%

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De janeiro até o final do mês passado os financiamentos habitacionais com recursos da poupança atingiram
em Mato Grosso do Sul R$ 94.730.301,18, valor 72,95% maior do que o realizado no mesmo período de 2007 e também superior em 36,52% ao total aplicado no ano passado.  

São 1.094 contratos assinados, representando benefícios para mais de 4,3 mil pessoas e 5,1 mil empregos gerados na região.  

Segundo informações da Caixa Econômica Federal, o crescimento registrado
em Mato Grosso do Sul acompanha o nacional, que chegou a 79%.  

No País foram aplicados mais R$ 8 bilhões.  

Os recursos da poupança permitem financiamento de até 80% do valor de avaliação, parcelado em até duzentos e quarenta meses. Para quem deseja pagar em trinta anos, a entrada deve ser de pelo menos trinta por cento do valor de avaliação do imóvel.  

FGTS – Já com o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) foram aplicados R$ 81.681.498,29, totalizando 3.524 contratos,
em Mato Grosso do Sul. No caso do FGST, é possível financiar até 100% do valor do imóvel.

Fonte: Campo Grande News

Inquilinos deixam aluguel por casa própria

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Dentre os inquilinos que entregaram suas chaves no primeiro semestre deste ano, 33% deixaram o aluguel para comprar a casa própria em São Paulo. A informação faz parte de levantamento elaborado pela Lello, empresa de administração imobiliária. 

A pesquisa mostra também que, do total de pessoas que desocuparam imóveis locados, 20% informaram que o motivo foi para alugar um imóvel maior e outros 20% disseram que iriam mudar de estado ou cidade. 

Já 17% dos inquilinos alegaram problemas financeiros, saindo do imóvel para alugar um menor ou morar com parentes. Outros 10% justificaram a entrega das chaves por problemas diversos, como a necessidade de mudança para imóveis mais próximos do local de trabalho. 

Falta de vagas

O estudo da Lello também revela que os inquilinos estão permanecendo mais tempo nos imóveis. De janeiro a setembro de 2008, o número de devolução de chaves foi 25% inferior ao percentual registrado no mesmo período de 2007. 

“O balanço mostra um perfil bem heterogêneo das pessoas que saem do imóvel alugado, com predominância para a compra da casa própria. Mas a falta de casas e apartamentos para locação vagos no mercado está freando o número de devoluções de chaves”, afirma a gerente de Locação e Vendas da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. 

Aumento das desocupações

De acordo com pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), envolvendo 447 imobiliárias, em setembro foram alugados 890 imóveis na Capital, o que significou um aumento de 3,15% no número de novas locações. 

O índice de locação subiu de 1,93 em agosto para 1,99 em setembro. As casas foram as preferidas dos novos locatários, com 54,94% do total. 

Quanto à entrega de chaves, o número de devoluções em setembro (551) para as imobiliárias pesquisadas foi equivalente a 61,91% dos imóveis alugados, o que significou um aumento de 39,63% no total de contratos encerrados. 

Segundo o levantamento do Creci-SP, o principal motivo para a entrega das chaves foi o financeiro, correspondendo a 22,32% (123) das desocupações. Outros motivos diversos foram alegados em 77,68% (428) dos casos de devolução das chaves. 

Fonte: InfoMoney - 04 de novembro de 2008

Imóveis: valor de novas operações com recursos da poupança cai 15%

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SÃO PAULO - As novas operações contratadas pelos agentes financeiros do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que operam com recursos das cadernetas de poupança para crédito imobiliário, atingiram R$ 2,939 bilhões em setembro, ficando abaixo de R$ 3 bilhões, o que não acontecia desde junho.

De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (30) pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), na comparação com agosto, quando as operações totalizaram R$ 3,481 bilhões, houve queda de 15,5%. Já em relação ao mesmo período de 2007 (R$ 1,719 bilhão), as novas operações cresceram, em valores, 70,91%.

Unidades financiadas e poupança
Em setembro, 29.404 unidades foram financiadas, o que significa um aumento de 64,52% em relação ao número verificado no nono mês de 2007 (17.873).

A captação de recursos por intermédio das contas de poupança também manteve tendência positiva, registrando, em setembro, o melhor desempenho do ano: os depósitos superaram os saques em R$ 1,780 bilhão, elevando em R$ 7,766 bilhões a captação líquida dos primeiros nove meses do ano.

Acumulado do ano
No acumulado dos primeiros nove meses de 2008, as aplicações atingiram R$ 22,802 bilhões, o que representa um aumento de 89,3% sobre igual período de 2007. Nos últimos 12 meses, o valor verificado foi de R$ 29,039 bilhões, com alta de 98,1% em relação aos 12 meses anteriores.

Já as operações totalizaram, nos nove primeiros meses do ano, 227.175, e nos últimos 12 meses, 288.008.

Fonte: Infomoney, 30 de Outubro de 2008.

Caixa compra R$ 4,7 bilhões em carteiras de crédito de quatro bancos e Nossa Caixa adquire as de outros três

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SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal informou nesta sexta-feira que fechou acordo de 4,7 bilhões de reais para a compra de carteiras de crédito de quatro instituições financeiras.

- Para a compra dessas carteiras serão utilizados recursos originados do depósito compulsório (cerca de 2,7 bilhões de reais) e o restante das receitas de aumento de captação da Caixa este ano - informou o banco federal em nota.

O banco vai desembolsar, de imediato, R$ 1,1 bilhão e os R$ 3,6 bilhões restantes num período de 24 meses, por meio de acordos operacionais. Foram negociadas quatro carteiras de crédito na área de consignado e de middle market.

A Caixa informou ainda que está negociando a compra de carteiras de mais oito instituições financeiras.

Em nota, o vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival, afirmou que o acordo vai permitir uma melhora das condições de reestruturação de capital e liquidez para os bancos, além de agregar valor aos ativos da instituição.

- Vamos ampliar nossa participação nesses segmentos, na medida em que são operações de alta qualidade e que ampliarão o nosso market share - disse Percival na nota.

Já o banco Nossa Caixa informou que já adquiriu carteiras de crédito de três instituições financeiras de menor porte, em operações que somam R$ 2,23 bilhões. Segundo o banco, do montante anunciado, R$ 540 milhões já foram quitados e R$ 1,69 bilhão serão pagos nos próximos dez meses.

Fonte: O Globo, 17 de Outubro de 2008.

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